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Teledramaturgia

 9Ago2006

Para todos que ainda não sabem, não estou mais postando aqui. Agora, estou no Blog Uol.

Estejam a vontade para pedir o que quiserem por lá, pois faço posts quase que diariamente.

O endereço é:

teledramaturgia.zip.net


Acessem e divirtam-se!

Espero vocês.

 17/11/2005 - 03:36 | ( 8 ) Comentários
 
 

 29Abr2006

Novidade

Gente, para quem não sabe, voltei com o blog Teledramaturgia no Uol.

O endereço é:

teledramaturgia.zip.net

 17/11/2005 - 20:27 | ( 2 ) Comentários
 
 

 12Mar2006

Trilhas Sonoras

Tal como eu fiz da outra vez que postei, irei colocar a trilha sonora de duas novelas: O remake de "A Viagem" e "O Amor Está no Ar".

Sei que vocês já devem estar de saco cheio de tanto ver a trilha desta novela, já que agora todos os blogs só falam dela, mas "A Viagem" de Ivani Ribeiro, exibida em 1994, merece todo este mérito, principalmente suas trilhas que fizeram e fazem bonito até hoje. Quem consegue se esquecer da romântica "Esqueça", na voz de Fábio Jr., tema da sofrida Estela (Lucinha Lins), ou de Fafá de Belém, com sua "Poeira de Estrelas", tema de Otávio Jordão, sempre que ele pensava em sua Dinah. Merecem destaque ainda, a belíssima "Quando Chove" de Patrícia Marx (uma espécie de Ana Carolina da época, pois estava em quase todas as trilhas), que sempre entrava em cena com a ciumenta Dinah, de Christiane Torloni e "Febre" de Lulu Santos, que acabou virando mesmo uma febre durante a primeira exibição da novela. Mas sem dúvidas, a melhor música do disco é "A Viagem", do Roupa Nova, uma linda canção que tinha tudo a ver com a história da novela. Foi a canção mais executada das rádios, na época.

Da trilha internacional de "A Viagem", vale destacar as canções "I'm Your Puppet" de Elton John & Paul Young, que servia de tema a Lisa (Andréa Beltrão) e Téo (Maurício Mattar), "I Miss You" - Haddaway, tema de Dinah, e ainda "Paradise" do Korell, tema de Bia (Fernanda Rodrigues).

Para compensar, irei colocar a trilha sonora da novela original: "A Viagem", exibida pela TV Tupi, nos anos 70.

A Viagem Nacional (1994)

 Trilha Sonora da Novela da Rede Globo

Gravadora: Som Livre

Capa: Dinah (Christiane Torloni)

01- Esqueça (Forget Him) - Fábio Jr. (tema de Estela)
02- Mais Uma de Amor (Geme Geme) - Blitz (tema de Bia)
03- Meu Grande Amor - Renato Terra (tema de Zeca e Naná)
04- Febre - Lulu Santos (tema de Tato)
05- Caminhos de Sol - Yahoo (tema de Lisa)
06- Ilha de Mel - Leila Monjardim (tema de Regina)
07- A Viagem - Roupa Nova (tema de abertura)
08- Poeira de Estrelas (Stardust) - Fafá de Belém (tema de Otávio Jordão)
09- Melodrama - Toni Platão (tema de Mauro)
10- Beijo Partido - Milton Nascimento (tema de Raul e Andrezza)
11- Seja Lá Como For - Rita de Cássia (tema de Carmem)
12- Ter Mais que Um Coração - Artur Maia (tema de Téo)
13- Quando Chove (Quanno Chiove) - Patricia Marx (tema de Dinah)
14- Cada Uma no Seu Cada Um - Zeca Pagodinho (tema de Cininha)
15- Paisagem (intrumental) - BR 3

A Viagem Internacional (1994)

Trilha Sonora da Novela da Rede Globo

Gravadora Som Livre

Capa: Lisa (Andréa Beltrão)

01- I'm Your Puppet - Elton John & Paul Young (tema de Téo e Lisa)
02- Linger - The Cranberries (tema de Raul e Andrezza)
03- I'll Stand By You - Pretenders (tema de Estela)
04- Twist and Shout - Chaka Demus & Pliers with Jack Radics & Taxi Gang (tema de Jhonny)
05- My Love - Little Texas (tema de Zeca e Sofia)
06- Another Sad Love Song - Toni Braxton
07- The Way I Feel - Twenty-Seven Heavens (tema de Ígor)
08- Crazy - Julio Iglesias (tema de Otávio Jordão)
09- Why Worry - Art Garfunkel (tema de Carmem)
10- I Miss You - Haddaway (tema de Dinah)
11- Can We Talk - Tevin Campbell
12- Paradise - Korell (tema de Bia)
13- Desperate Lovers - Marta Sanchez & Paulo Ricardo
14- I Need You - B.V.S.M.P

A Viagem Nacional (1976)

Trilha Sonora da Novela da Tv Tupi

Capa: Eva Wilma e Altair Lima

 

01- Moça Criança - Agepê
02- Ganhar e Perder - Adriana
03- Noche de Ronda - Gregório Barrios
04- Assim, Tudo Está Bem - Gilbert
05- Tenho - Wilson Miranda
06- Beco Sem Saída - Sílvio Caldas
07- Pecado - Gregório Barrios
08- Carta de Alforria - Luiz Américo
09- Triste Adeus - Gilbert
10- Se Você Vai - Márcio Prado
11- Pulsars - Kate Lara
12- Tema R - Aloísio

A Viagem Internacional (1976)

Trilha Sonora da Novela da Tv Tupi

Capa: Logotipo da novela

 

01- Tornado - The Wiz (tema de abertura)
02- Goodbye My Love, Goodbye - Danny Stringer (tema de Dinah e Téo)
03- Io Ti Propogno - Iva Zanicchi (tema de Lisa e Téo)
04- You Won't Have To Tell Me Goodbye - Blue Magic (tema de Dinah)
05- Sans Amour - Gilbert (tema de Dinah e César)
06- Peccato D'Amore - Tommy Copper & The Supersound Crew (tema de Alexandre)
07- Noi Innamorati... D'Improvviso - Fred Bongusto (tema de Alberto e Dinah)
08- Just as Soon as The Feeling's Over - Margie Joseph (tema de Alberto e Estela)
09- Just Like Yesterday - Sebastian (tema de Júnior e Nenê)
10- I Love You (Natalie) - Rosemary (tema de Alexandre e Lisa)
11- Ammazzate Oh! - Luciano Rossi (tema do núcleo de Lisa)
12- Paopop - Enrico Intra (tema de Tibério)

*não vou poder terminar o post hoje, mas amanhã eu coloco as músicas. Valeu!

 

 17/11/2005 - 20:59 | ( 41 ) Comentários
 
 

 12Mar2006

Sessão Nostalgia

Resolvi voltar a ativa aos poucos. Não será sempre, mas deixarei alguns posts aqui no blog, pois estou com saudades!

E aproveitando a estréia do remake da novela "Sinhá Moça", é sobre a primeira versão da novela que nós vamos falar!

Exibida de 28 de abril a 15 de novembro de 1986, pela Rede Globo, no horário das 18h. Com 172 capítulos.

Novela de Benedito Ruy Barbosa. Com a colaboração de Edmara Barbosa. Baseada no romance homônimo de Maria Dezonne Pacheco Fernandes.

Direção de Reynaldo Boury e Jayme Monjardim.

Sinhá Moça"Sinhá Moça" foi exibida exatos 10 anos após a "Escrava Isaura", de Gilberto Braga, e logo se iniciou as comparações entre ambas as novelas: as duas tinham cunho abolicionista, e se passavam na mesma época. Mas o principal fator que pré-elevou "Sinhá Moça" a uma cópia de "Escrava Isaura", foi a presença de Rubens de Falco e Lucelia Santos. Em ambas as tramas, Rubens fazia o vilão (Leôncio e Barão de Araruna), assim como Lucélia Santos interpretava a mocinha-título (Isaura e Sinhá Moça) que sofria nas mãos de seus algozes (mesmo Sinhá Moça sendo filha do Barão, que não poupou a filha de ir para o tronco!)

Sinhá Moça e RodolfoMas a semelhança entre as tramas encerra-se aí. "Sinhá Moça" mostrou a que veio! Com excelente produção e exibindo a inquietação política de Benedito Ruy Barbosa, a novela conquistou os brasileiros, mesclando o amor e a liberdade. A trama se desenrola ao longo de dois anos, terminando no dia da Abolição da Escravatura, 13 de maio de 1988.

Benedito Ruy Barbosa não seguiu à risca o romance homônimo de Maria Dezonne Pacheco Fernandes, muito pelo contrário, o autor modificou tudo: "Dei ênfase à abolição da escravatura. No livro, era pano de fundo". Aliás, como sempre ocorre, a obra literária foi relançada, na época da novela, alcançando grandes êxitos em vendas, mas Benedito lembra que houve decepções. "Teve gente que reclamou, porque queria ler a história da televisão", disse ele.

"Sinhá Moça" é teve uma carreira de sucesso não só aqui no Brasil. A novela fez uma carreira internacional surpreendente, tal qual já acontecera com a "Escrava Isaura" - antes de "Sinhá Moça" estrear, cerca de 50 países já estavam interessados em comprar a telenovela. Claro, não era para menos, pois a novela tinha como cabeças de elenco a adorada Lucélia Santos e o temido Rubens de Falco, com fãs no mundo inteiro, devido ao grande sucesso de "Escrava Isaura". Em 2001, "Sinhá Moça" já havia sido exibida em 63 países, sendo a terceira telenovela mais vista em todo mundo, perdendo apenas para "Escrava Isaura" e a italiana "Terra Nostra", do mesmo Benedito.

Depois de gravar uma cena em que declamava o poema Navio Negreiro, de Castro Alves (conhecido como o poeta dos escravos), o ator Raymundo de Souza - intérprete do vingativo Rafael/ Dimas - então com 41 graus de febre, foi levado para o hospital, onde ficou internado com pneumonia. A novela teve como locação a Fazenda Veneza, do século XIX, em Itatiaia. Também serviu às gravações as regiões de Conservatória (RJ), São João Del Rey (MG), além da cidade cenográfica, construída em Guaratiba.

teste

Foi a estréia na Globo da jovem atriz Luciana Braga. Exatos 20 anos depois, a saga de "Sinhá Moça" pela libertação dos escravos ganha um remake. Desta vez com a atualização de Edmara e Edilene Barbosa (a primeira colaborou com a versão original), as filhas de Benedito, que tal qual aconteceu no remake de "Cabocla", supervisiona o texto da nova novela. Déborah Falabella e Danton Mello vivem os protagonistas desta nova versão, os apaixonados Sinhá Moça e Rodolfo Fontes.

O romance de Maria Dezonne Pacheco Fernandes também já ganhou uma versão para o cinema, protagonizado por Eliane Lage, como a Sinhá Moça do título, Anselmo Duarte como o jovem abolicionista Rodolfo, e  José Policena, como o carrasco vilão Coronel Ferreira, o Barão de Araruna. O longa, lançado em 1953, foi dirigido por Tom Payne, e tem a participação da própria autora do livro, Maria Dezonne Pacheco Fernandes, no roteiro. A novela foi reapresenta no Vale a Pena Ver de Novo entre 15 de março e 02 de junho de 1993.

Sinopse
 
Araruna, pequena cidade do interior paulista, é o palco de um confronto entre monarquistas e republicanos, em 1886, dois anos antes da promulgação da Lei Áurea. A história de amor de Sinhá Moça (Lucélia Santos), filha do Coronel Ferreira, o Barão de Araruna (Rúbens de Falco) e ferrenho escravocrata, com o jovem Dr. Rodolfo (Marcos Paulo), um ativo abolicionista republicano, ante as dificuldades da campanha para a abolição dos escravos.

Os dois se conhecem no trem, quando Sinhá Moça, depois de terminar seus estudos na capital da província, retorna a Araruna. Assim como Rodolfo, ela tem idéias abolicionistas e critica as atitudes do pai, lutando em defesa dos negros. Sinhá Moça, junto com Rodolfo e outros abolicionistas, invadem as senzalas à noite e libertam os negros, entregando-os às associações abolicionistas, que os orientam no rumo à liberdade. Barão de Araruna e Cândida

Do outro lado da história está Dimas, o menino Rafael (Raimundo de Souza), ex-escravo alforriado e sua obstinada luta para destruir o Barão, seu verdadeiro pai com a escrava da fazenda, Maria das Dores (Du Moraes). Antes de ser vendido pelo barão, Rafael foi grande amigo de Sinhá Moça, com quem passou a i    nfância. Depois de alforriado, adota o nome de Dimas e torna-se o braço direito do jornalista Augusto (Luís Carlos Arutim), um abolicionista convicto, despertando o amor em Juliana (Luciana Braga), neta dele.

Elenco

Lucélia Santos/ Marcos Paulo/ Rúbens de Falco/ Elaine Cristina/ Raimundo de Souza/ Daniel Dantas/ Patrícia Pillar/ Neuza Amaral/ Luís Carlos Arutim/ Luciana Braga/ Sérgio Viotti/ Chica Xavier/ Grande Othelo/ Ruth de Souza/ Cosme dos Santos/ José Augusto Branco/ Norma Blum/ Gésio Amadeu/ Antônio Pompeo/ José Prata/ Tony Tornado/ Walter Santos/ Solange Couto/ Tato Gabus/ Ivan Mesquita/ Tarcísio Filho/ Germano Filho/ Henri Pagnocelli/ Cláudio Mamberti/ Nizo Netto/ Fernando José/ Jacyra Sampaio/ Athayde Arcoverde/ Augusto Olympio/ Denis Derkian/ Newton Martins/ Alciro Cunha/ Renato Pietro/ Antônio Francisco/ Cláudio Mcdowell/ Aldo César/ Lizandra Souto/ Selton Mello/ Du Moraes/ Milton Gonçalves/ Cláudio Correia e Castro/ Zeni Pereira/ Canarinho/ Paulão/ Fernando Almeida.

Abertura

 
 
 

E não perca! Amanhã, Dia 13 de Março, estréia o remake deste grande sucesso: SINHÁ MOÇA. Com Déborah Falabella, Danton Mello e Osmar Prado, entres outro!

 

NÃO PERCA!!!

 

 17/11/2005 - 17:44 | ( 15 ) Comentários
 
 

 8Jan2006

Sessão Nostalgia

Resolvi colocar mais uma "Sessão Nostalgia", para me despedir de vocês, e escolhi a novela "De Corpo e Alma" de Glória Perez.

Exibida de 03 de agosto de 1992 a 06 de março de 1993, pela Rede Globo, no horário das 20h. Com 185 capítulos.

Novela de Glória Perez.

Direção de Roberto Talma, Fábio Sabag e Ivan Zettel. Com direção geral de Roberto Talma.

 

Com essa espinha dorsal, Glória Perez conseguiu erguer uma boa novela. No entanto o entrecho secundário da troca de crianças na maternidade acabou sensibilizando muito mais o público. O casal Caíque (José Mayer) e Bia (Maria Zilda Bethlem) criaram o menino Júnior (Aaron Hassan), filho de Terê (Neuza Borges) e Vado (Tonico Pereira), enquanto estes criaram Pinguim (Eduardo Caldas), filho de Caíque e Bia. Destaque também para o relacionamento extra-conjugal de Simone (Vera Holtz), casada com Guedes (Ewerton de Castro), mas de caso com o stripper Gino (Guilherme Leme), que escondia dos pais o trabalho noturno, dizendo que estava estudando.

Além de abordar o problema do transplante e da doação de órgãos, a autora apresentou na trama a inversão de papéis entre homens e mulheres na atualidade. Para isso, usou as boates de strip-tease masculino e acabou ajudando a popularizar os Clubes de Mulheres, que proliferaram no país. Foi apresentada também ao grande público a estranha figura de Reginaldo (Eri Johnson), adepto do movimento gótico (movimento nascido na Alemanha na década de 70).

 Mas a movimentação maior foi chocante e misturou ficção com realidade: a morte da jovem atriz Daniela Perez (filha da autora Glória Perez), assassinada pelo seu colega de elenco Guilherme de Pádua, na noite do dia 28 de dezembro de 1992. Os dois interpretavam um casal romântico da novela: Yasmin e Bira. Mesmo abatida pela fatalidade, Glória conduziu a história até o fim. Porém, durante os sete dias que seguiram ao crime, Gilberto Braga e Leonor Bassères assumiram a responsabilidade de escrever os capítulos e dar uma solução para o desaparecimento dos personagens. Depois de uma semana, Glória Perez retomou seu trabalho e aproveitou para incluir mais dois assuntos polêmicos na trama: a morosidade da Justiça e a inadequação do Código Penal.

Ao final do primeiro capítulo sem Daniela Perez, os atores e o diretor Fábio Sabag prestaram uma homenagem à atriz com depoimentos gravados, e a história prosseguiu. A saida de Yasmin da novela foi explicada com uma viagem de estudos (a personagem era dançarina). Já o personagem Bira simplesmente deixou de existir. O assassinato da atriz também teve repercussão em outros países, como os Estados Unidos (onde foi noticiado pela CNN), Portugal e China. Mais de uma década depois, o crime segue sem explicação, embora Guilherme de Pádua tenha cumprido sete anos de pena.

Um tema que criou bastante polêmica: a passividade de Antônia (Betty Faria) - uma esposa traída - perturbou as telespectadoras, mas Glória Perez manteve o perfil da personagem. Para a autora, ninguém gostava de se ver fraca, perdedora - e era isso que estava incomodando as "Antônias" da vida.

Paloma e JucaCoincidência ou não, na semana de estréia de "De Corpo e Alma", o Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, que estava há dois meses sem uma única doação, recebeu nove órgãos para transplante.

A novela tinha um grande trunfo na manga: marcava a estréia da atriz Cristiana Oliveira na Globo, que vinha do inesquecível sucesso da novela "Pantanal", de 1990, produzida pela TV Manchete.

"De Corpo e Alma" teve co-produção com a emissora portuguesa SIC (Sociedade Independente de Comunicação). Na época, a Rede Globo tinha 15% das ações deste canal português.

Sinopse

Betina, Diogo e PalomaDiogo (Tarcísio Meira), um juiz íntegro, sente o seu casamento com Antônia (Betty Faria) desmoronar ao se apaixonar perdidamente por Betina (Bruna Lombardi), que morreu num acidente de carro, logo após ser abandonada pelo juiz. Seu coração é transplantado em Paloma (Cristiana Oliveira), uma jovem casada com um strip-teaser, Juca (Victor Fasano), do Clube das Mulheres.

Diogo, sentindo-se culpado pelo acidente, aproxima-se dela imaginando estar ao lado de Betina. Paloma, porém, apaixona-se por ele sem saber do seu envolvimento com a doadora do coração. Enquanto isso Juca torna-se o protegido do misterioso Vidal (Carlos Vereza) e faz sucesso no Clube das Mulheres, acabando por se envolver com Stella (Beatriz Segall), uma rica senhora.

Elenco

Tarcísio Meira/ Cristiana Oliveira/ Victor Fasano/ Beatriz Segall/ Carlos Vereza/ Betty Faria/ Vera Holtz/ Guilherme Leme/ Ewerton de Castro/ José Mayer/ Maria Zilda Bethlem/ Renée de Vielmond/ Stênio Garcia/ Marilú Bueno/ Natália Thimberg/ Eva Todor/ Daniela Perez/ Guilherme de Pádua/ Eri Johnson/ Fábio Assunção/ Lizandra Souto/ Neuza Borges/ Tonico Pereira/ Eduardo Caldas/ Aaron Hassan/ Hugo Gross/ Maurício Branco/ João Vitti/ Hugo Carvana/ Aracy Cardoso/ Maria Regina/ Carla Daniel/ Juliana Teixeira/ Paolette/ Marcelo Faria/ Rejane Goulart/ Patrícia Novaes/ Mario Lago/ Marcelo Picchi/ Márcia Real/ Ida Gomes/ Paulo Figueiredo/ Milton Gonçalves/ Desirée Vignolli/ Sandro Solviat/ Marcos Manzano/ Bruna Lombardi.

Abertura

  
  
  

 

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 17/11/2005 - 03:09 | ( 24 ) Comentários
 
 

 8Jan2006

Autor Quem?

Janete Clair

Nome Completo: Jenete Stocco Emmer

Nome Artístico: Janete Clair

Mineira da cidade de Conquista, Janete nasceu 1925. Batizada "Jenete" (o escrivão não entendeu o sotaque árabe de seu pai) Stocco Emmer, adotou o nome artístico em razão da música Clair de Lune. A "Maga das Oito", como ficou célebre, graças aos freqüentes sucessos no horário das 20 horas na Rede Globo.

Janete iniciou sua carreira como rádio-atriz na Rádio Tupi Difusora de São Paulo, em 1943.

Paralelamente ao seu namoro e casamento com o dramaturgo Dias Gomes, Janete se tornou uma novelista e não abandonou mais a profissão. Criou 31 rádionovelas, principalmente na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, onde em 1956 alcançou grande êxito com a rádio-novela "Perdão, Meu Filho".

Em 1964, chega à televisão para escrever "O Acusador", na Rede Tupi do Rio de Janeiro. Em 1967 Janete estréia na Globo, assumindo a autoria de "Anastácia, A Mulher Sem Destino", onde provoca literalmente, o famoso furacão, que eliminou mais que a metade do elenco e dos cenários, para abater as despesas de produção e reformular a história. Resultado, não se desligou mais da emissora, modificou o estilo das novelas da emissora, com "Véu de Noiva" (1969) e se consagrou junto ao público, com novelas de grande sucesso, como "Irmãos Coragem" e "Selva de Pedra", de 1970 e 1972, respectivamente.

Porém, apesar desse estrondoso sucesso que se tornou, os críticos especializados esperaram até 1976 para endossá-la com louvor. Isso aconteceu com o fim de "Pecado Capital", considerava sua melhor novela, onde criou um clima suburbano e matou o protagonista no final. Vale destacar, ainda nesta década, a novela "O Astro", que fez o país parar, literalmente, na noite de seu útlimo capítulo, onde foi revelada a identidade do assassino do milionário Salomão Hayalla (Walmor Chagas): Felipe Cerqueira (Edwin Luizi). Outra novela que fez sucesso nessa época, foi "Pai Herói", que imortalizou o a música Pai, cantada por Fábio Jr. na abertura da novela.

Janete Clair faleceu vítima de um câncer no intestino em dezembro de 1983 (a doença já havia sido diagnosticada há quase quatro anos), enquanto ia ao ar sua novela "Eu Prometo" no horário das 22hs, concluída por então colaboradora e discípula, Glória Perez. Janete morreu sem ter realizado o sonho de escrever sua última novela no horário das oito, onde ficou consagrada, ela insistia: "Por favor, deixa eu escrever a próxima das oito, vai ser minha última novela!". Três de suas novelas de maior sucesso, tiveram remakes, "Selva de Pedra" (1986), "Irmãos Coragem", supervisionado pelo marido Dias Gomes (1995) e "Pecado Capital" (1998), escrita pela discípula Glória Perez, mas só a primeira conseguiu obter sucesso, pois "Pecado Capital" e "Irmãos Coragem", foram verdadeiros fracassos.

Wálter Negrão ainda se basearia numa antiga rádionovela de Janete ("A Noiva das Trevas"), para escrever "Direito de Amar" em 1987.

"Eu acho que eu entendo um pouco da psicologia do povo, eu sei o que é que ele gostaria de sentir naquele momento, se é uma emoção de alegria, se é uma emoção de tristeza, se é uma emoção de drama... então, eu acho que, você sabendo dosar isso bem, eu não digo que seja uma fórmula pra se atingir o sucesso, mas é uma maneira de se atingir o grande público. É uma comunicação assim... de gente pra gente, de emoção pra emoção. Eu acho que é isso, não pode ser outra coisa, eu não estudei pra isso. É uma intuição. É um sexto sentido." (Janete Clair)

Novelas

"O Acusador" (1964 - Tupi), "Paixão Proibida" (1967 - Tupi), "Anastácia, A Mulher Sem Destino" (1967 - Globo/parcial), "Sangue e Areia" (1967 - Globo), "Passos dos Ventos" (1968 - Globo), "Acorrentados" (1969 - TV Rio), "Rosa Rebelde" (1969 - Globo), "Véu de Noiva" (1969 - Globo), "Irmãos Coragem" (1970 - Globo), "O Homem Que Deve Morrer" (1971 - Globo), "Selva de Pedra" (1972 - Globo), "O Semideus" (1973 - Globo), "Fogo Sobre Terra" (1974 - Globo), "Bravo!" (1975 - Globo - com Gilberto Braga), "Pecado Capital" (1975 - Globo), "Duas Vidas" (1976 - Globo), "O Astro" (1977 - Globo), "Pai Herói" (1979 - Globo), "Coração Alado" (1980 - Globo), "Jogo da Vida" (1981 - Globo - argumento), "Sétimo Sentido" (1982 - Globo), "Eu Prometo" (1973 - Globo).

 

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 17/11/2005 - 02:19 | ( 3 ) Comentários
 
 

 7Jan2006

Sessão Vilão

Adma (Cássia Kiss)

Novela: Porto dos Milagres

Globo - 21h - 203 capítulos.

Autores: Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares

Baseada nos romances: "Mar Morto" e "A Descoberta da América pelos Turcos", de Jorge Amado.

Direção: Fabrício Mamberti e Luciano Sabino

Direção Geral: Marcos Paulo e Roberto Naar

Núcleo: Marcos Paulo

Assassina em Série

Movida pelo desejo de ter muito dinheiro e todo o poder que pudesse, Adma, personagem de Cássia Kiss em "Porto dos Milagres", é o que se pode chamar de "vilãzona".

Fugindo da polícia espanhola e perseguindo as profecias de uma cigana, ela e o marido Félix Guerreiro (Antônio Fagundes) foram parar em Porto dos Milagres, uma cidade onde vivia o irmão gêmeo dele, Bartolomeu (Antônio Fagundes), o homem mais poderoso do lugar.

Félix e Adma

Cega pelo desejo de transformar Félix num rei, como dizia a profecia da cigana, Adma não pensou duas vezes antes de matar o cunhado e fazer com que o marido assumisse o seu lugar. Sua cobiça fica maior ainda quando Arlete (Letícia Sabatella) bate à sua porta dizendo ter tido um filho com Bartolomeu. Adma manda Eriberto (José de Abreu), seu principal comparsa, dar fim à mãe e a criança, o que ele acaba não conseguindo finalizar, fazendo com que o bebê vá parar nas mãos de um pescador.

A partir deste momento Adma não teve mais freios. Sem qualquer resquício de caráter, foi matando qualquer pessoa que entrasse em seu caminho, um após o outro, de uma forma muito peculiar: Adma carregava um poderoso veneno em seu inseparável anel, e com ele era mais forte que todos.

Ela fez o diabo para tentar eliminar o mocinho da história - Guma (Marcos Palmeira), o líder dos pescadores - que na verdade era o Eribertofilho de Bartolomeu, portanto, o herdeiro legítimo de toda a fortuna da qual ela e o marido se apoderaram.

Depois de aprontar muito, Adma teve seu castigo: foi assassinada por seu cúmplice mais fiel, Eriberto, que havia sido autor de muitos crimes encomendados por ela.

Adma é mais uma das grandes vilãs de nossa galeria, uma mulher que não popou esforços para eliminar que atravessasse o seu caminho e o de seu marido, na busca pelo poder, para que ele se tornasse o rei, o rei de Porto dos Mialgres.

 

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 17/11/2005 - 23:46 | ( 8 ) Comentários
 
 

 7Jan2006

Quiz

Como estou colocando todas as sessões hoje, não poderia faltar o quiz. Para quem não se lembra, são 15 perguntas, que devem ser respondidas ou no meu e-mail, ou num coimentário aqui no blog.

Memória de Novela

por Vinícius (teledramaturgia@click21.com.br)

1. Qual é a atriz recordista em capas de trilhas sonoras?

2. Que modelo, hoje atriz, aparecia na abertura da novela "A Indomada"?

3. Que atriz se recusou a interpretar o papel de Jade, na novela "O Clone"?

4. Qual foi a primeira trilha sonora em cd duplo?

5. Quem interpretou a Nice, na primeira versão de "Anjo Mau"?

6. Que novela marcou a estréia do ator Alexandre Borges na tv?

7. Que ator interpretou Julião Petrucchio na versão original de "O Cravo e A Rosa", intitulada de "O Machão", e exibida pela Tupi no ano de 1974?

8. Quem matou Miguel Fragonard, em "Água Viva", de 1980?

9. Qual foi a primeira novela que retratou o problema da AIDS na tv brasileira?

10. Qual foi a primeira novela em que o casal Tarcísio Meira e Glória Menezes atuaram juntos na Globo?

11. Qual a segunda cantora mais constante em temas de abertura?

12. Quem interpretou a Perpétua da novela "Tieta"?

13. Qual é a novela mais exibida no Vale a Pena Ver de Novo?

14. Qual foi a primeira novela escrita por Gilberto Braga na Globo, e qual era o seu horário?

15. Quem era o assassino da novela "A Próxima Vítima", na exibição no Vale a Pena Ver de Novo?

 

Aguardo suas respostas!

 

 17/11/2005 - 23:23 | ( 0 ) Comentários
 
 

 7Jan2006

Sessão Nostalgia

Hoje resolvi falar sobre a novela "O Salvador da Pátria", de Lauro César Muniz, que agora prepara uma novela intitutala de "Cidadão Brasileiro" para ser exibida no horário das 21h na Rede Record.

Acredito que este seja um dos meus últimos posts aqui no blog, pois diante dos resultados negativos obtidos nesses últimos 3 meses, resolvi que vou encerrá-lo.

Exibida de 09 de janeiro a 12 de agosto de 1989, pela Rede Globo, no horário das 20h. Com 186 capítulos.

Novela de Lauro César Muniz. Com a colaboração de Alcides Nogueira e Ana Maria Moretzsohn.

Direção de Gonzaga Blota, Denise Saraceni e José Carlos Piéri. Direção geral de Paulo Ubiratan.

Lauro César Muniz teve como ponto de partida para esta novela, o episódio "O Crime do Zé Bigorna", escrito por ele para o programa "Caso Especial", no início da década de 70. Lima Duarte, que nesta novela interpretou o personagem Sasá Mutema, também foi a estrela do filme, baseado no episódio que inspirou a novela. O personagem Zé Bigorna tinha praticamente a mesma história do personagem da novela.

No início o autor declarou: "Trata-se de uma parábola sobre a liderança. Quero falar de um Brasil forte, num ano decisivo para a nossa história, quando vai surgir um presidente eleiGilda e Sassáto pelo povo. Como é um ano de esperança, quero falar de um país que acredita na luz no fim do túnel". Era janeiro de 1989 e o título já expressava a preocupação do autor.

Lauro César Muniz afirmou que teve de mudar a história de "O Salvador da Pátria", porque "houve uma interferência direta de Brasília na cúpula da Globo". Segundo Muniz, foi considerada "por algumas pessoas do governo" uma apologia à candidatura do petista Luis Inácio Lula da Silva à Presidência. A declaração foi dada pelo autor na Escola de Comunicações e Artes da USP, durante a comemoração do aniversário de dez anos e da reinauguração do Núcleo de Pesquisa de Telenovela, em maio de 2002. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, em maio de 2002, Lauro César Muniz declarou: "Em 1989, já não havia mais a censura formal, mas houve uma interferência direta de Brasília na cúpula da Globo. Era o primeiro ano de eleições diretas, Lula contra Collor, e acharam que o Sassá Mutema fazia apologia à esquerda. Assim, acabou vindo Sérgio e Camilauma pressão na emissora para que a trama fosse mudada. Cheguei a ouvir, nos bastidores, 'o autor dessa novela vai eleger o presidente do Brasil'. Tive de abandonar o aspecto político da história e focalizar apenas o policial".

No último mês de "O Salvador da Pátria" foi veiculada na novela uma campanha social sobre a Aids. Inseriram-se informações a respeito do tratamento dispensado às pessoas infectadas e sobre os preconceitos gerados pela doença. A boa proposta inicial foi correspondida num primeiro estágio com uma trama consistente, amarrada e inteligente. É nesse momento que brilham Luiz Gustavo e Tássia Camargo. Eles morrem no capítulo 17 e a novela muda de pólo, com os conflitos dramáticos, diluídos num excesso de personagens. As situações se esvaziam a cada bloco de capítulos. Isso até surgir a fase mais infeliz: a volta de Juca Pirama através de uma rádio-pirata.

Apesar de tudo vale ressaltar o trabalho impecável de Lima Duarte, como Sassá Mutema, num de seus melhores momentos na TV. Aliás, o suceso do personagem foi tãSassá Mutemao grande, que no exterior a novela foi intitulada simplesmente de "Sassá Mutema", o título que deveria ter sido veiculado aqui também.

Primeira novela das atrizes Suzy Rego e Natália Lage (que era uma menina na época e viveu a graciosa filha de João Matos).

A novela foi reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo entre 27 de abril a 28 de agosto de 1998.

Sinopse

Sassá e ClotildeO deputado federal Severo Toledo Blanco (Francisco Cuoco), o homem mais poderoso da região de Ouro Verde, escolhe o ingênuo bóia-fria Salvador da Silva, o Sassá Mutema (Lima Duarte), para se casar com sua amante Marlene (Tássia Camargo), tentando desviar as atenções de seu adultério. O fato chega até Juca Pirama (Luiz Gustavo), um radialista inescrupuloso que explora demagogicamente o episódio através do rádio. Logo um duplo homicídio vitima Marlene e Juca, e tem em Sassá o principal suspeito. O matuto bóia-fria chega a ser preso, mas com o apoio da professora Clotilde (Maytê Proença), prova sua inocência. Descobre-se que o moralista e conservador Juca Pirama era na realidade um corrupto e estava ligado a negócios escusos. Sassá ganha então popularidade e passa a ser alvo das atenções dos políticos locais, que querem manipulá-lo, transformando-o em prefeito da pequena cidade de Tangará.

Apoiado pelas pessoas influentes, Sassá chega ao poder, mas rebela-se e conquista posição política própria.

Marina e Lauro

 Em toda sua trajetória, conta com a amizade de Clotilde, por quem se apaixona e com quem acaba vivendo um romance.

Segue uma intriga policial e política envolvendo Gilda (Suzana Vieira), a personalística mulher de Severo, que tudo faz para manter seu casamento; Marina Sintra (Betty Faria), rica fazendeira, viúva e opositora política do deputado; e Bárbara Souza Telles (Lúcia Veríssimo), neta do maior banqueiro da região que tem um romance com Severo, e que, ao final, descobre-se que comanda uma organização ligada ao narcotráfico.

Também o piloto João Matos (José Wilker), que, envolvido pelo irmão Juca Pirama, é injustamente acusado de tráfico de drogas e, para fugir da polícia, assume a identidade de Miro Ferraz (José Wilker). João/Miro acaba por viver um romance com Marina Sintra, enquanto luta para provar sua inocência e desbancar a organização de narcotráfico da qual foi vítima.

Elenco

Lima Duarte/ Maytê Proença/ José Wilker/ Betty Faria/ Francisco Cuoco/ Suzana Vieira/ Lúcia Veríssimo/ Cecil Thiré/ Lucinha Lins/ Luiz Gustavo/ Mário Lago/ Mayara Magri/ Thales Pan Chacon/ Antônio Calloni/ Cláudio Cury/ Ana Maria nascimento e Silva/ Gracindo Júnior/ Maurício Mattar/ Narjara Turetta/ Eduardo Galvão/ Suzy Rego/ Marcos Paulo/ Cláudio Cavalcanti/ Benjamin Cattan/ Antônio Grassi/ Aldini Mueller/ Wálter Santos/ João Carlos Barroso/ Lutéro Luiz/ Flávio Migliaccio/ José Augusto Branco/ Tácito Rocha/ Nelson Dantas/ Alexandra Marzo/ Georgete Otto/ Marcela Muniz/ Luís Maçãs/ Natália Lage/ Marco Miranda/ Norma Geraldy/ Solange Theodoro/ Hugo Gross/ Andréa Richa/ Alexandre Ackerman/ Ivan Cândido/ Brandão Filho/ Waldir Santanna/ Carlos Gregório/ Tereza Briggs/ Thelma Reston/ Tarcísio Filho/ Chico Expedito/ Tássia Camargo/ Paulo César Pereio/ Reynaldo Gonzaga/ Paulo Figueiredo/ Walmor Chagas.

Abertura

  
 

Obs: o tema de abertura desta novela tinha tudo a ver com a abertura produzida pela equipe de Hans Donner. Eu nunca vi um tema combinar tanto com a abertura de uma novela, deve ter sido feito sobre medida. Quem quiser ouvir a música, o nome dela é "Amarra o Teu Arado à Uma Estrela", interpretada por Gilberto Gil. Clique no ícone, se quiser oiuvir um pedaço da canção!

 

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 17/11/2005 - 22:04 | ( 2 ) Comentários
 
 

 7Jan2006

Trilha Sonora

Esta é a trilha sonora da novela da Rede Record, "Prova de Amor", escrita por Tiago Santiago.

Para dizer a verdade, nunca assisti a esta novela, por isso não posso dizer muita coisa sobre ela. Mas pelas notícias que circulam pela internet, soube que "Prova de Amor", tem sido um grande sucesso, que por diversas vezes alcança a casa dos 20 pontos de audiência.

Na capa da trilha sonora, temos o casal portagonista, Lavínia Vlasak e Marcelo Serrado, que na novela interpretam os personagens Clarice e Daniel. A trilha vem recheada com o tema de abertura "O Barquinho", interpretada por Karla Sabah, além de alguns grandes nomes da música brasileira, como Gal Costa, com "Mar e Sol", e Ivan Lins, com o tema de Daniel, "Amor". Consta ainda, canções interpretadas por cantores mirins descobertos no extinto Programa Raul Gil, na Record. E para fechar, uma surpresa: o ator Théo Becker, que na novela interpreta o surfista Gabriel, canta a canção "Marcas na Areia", que provavelmente deve servir de tema para o seu personagem.

Prova de Amor

Trilha Sonora da Novela da Rede Record

Ano: 2005

Capa: Clarice (Lavínia Vlasak) e Daniel (Marcelo Serrado)

01- O Barquinho - Karla Sabah (tema de abertura)
02- Mar e Sol - Gal Costa
03- O que Eu Fui Ainda Eu Sou - Keil Welly & Yasmin
04- O Nosso Amor a Gente Inventa - Twiggy
05- Marcas na Areia - Théo Becker (tema de Gabriel)
06- Eu Sei que Ela - Cidade Negra
07- Mulher - Elba Ramalho
08- Eu Te Amo - Fafá de Belém
09- Amor - Ivan Lins (tema de Daniel)
10- Tocando em Frente - Maria Bethânia
11- Coração Insano - Karyme Haas
12- A Dois Passos do Paraíso - Banda Catedral
13- Herdeiros do Futuro - Toquinho (tema de Eduardo e Joãozinho)
14- O Pincel e O Criador - Sérgio Reis
15- Se a Gente Grande Soubesse - Kades Singers & Adair
16- Palavras, Silêncios - Zeca Baleiro & Fagner
17- Ninguém Te Amou Assim - Rosana
18- Começo, Meio e Fim - Simony
19- Na Linha e Na Lei - Rita Lee & Dadi
20- Eu Não Sou de Vacilar - Sombrinha (tema de Padilha)

Obs: Nem todas as canções são interpretadas pelos cantores listados.

 

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 17/11/2005 - 17:51 | ( 5 ) Comentários
 
 

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