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Rodrigo Souza Leão Viviane Mosé
Tatiana Salem Levy Valéria Piassa Polizzi
Márcio-André Ana Paula Maia
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TATIANA SALEM LEVY Por Ramon Mello ![]() MEMÓRIAS DE UMA TÍMIDA ESCRITORA Tatiana Salem Levy. O nome da escritora ficou marcado em minha memória muito antes que eu tivesse acesso ao texto dela. Na época da publicação da antologia 25 mulheres que estão fazendo a literatura brasileira (Record), organizada por Luiz Ruffato, alguém mencionou esse nome que nunca esqueci. Tatiana tem dois livros publicados: A Experiência do Fora (Relume Dumará) e A Chave de Casa – este último foi publicado em Portugal pela editora Cotovia e no Brasil pela editora Record. Além disso, possui graduação, mestrado e doutorado em literatura e também é tradutora de francês – a jovem traduziu a biografia da filósofa alemã Haanah Arendt. Gostou? Leia a entrevista! CLICK(IN)VERSOS – Qual a expectativa em relação a lançamento do seu livro no Brasil? TATIANA SALEM LEVY - Expectativa eu não tenho, mas, na verdade, tenho vários desejos. Quero que o livro encontre vários leitores, esse é o maior desejo. Quando acabo de escrever um livro eu me distancio dele. Daqui a pouco vou estar desapegada da ‘A Chave de Casa’. Mas volta e meia alguém escreve um e-mail dizendo que gostou do livro. Tenho pensamentos apaixonantes por livros. CLICK(IN)VERSOS - O que te apaixona?
CLICK(IN)VERSOS – O que é A Chave de Casa? TATIANA SALEM LEVY - As pessoas têm que ler o livro para achar a resposta. Sempre que alguém me perguntam eu não respondo. Só respondo quando estou numa festa, já meio bêbada... (RISOS) Esse livro é uma tentativa de resgatar a herança e escolher, diante do que se recebe, aquilo que vale a pena. CLICK(IN)VERSOS – Por que a atração pela memória? TATIANA SALEM LEVY - Não sei... Simplesmente achei que essa herança familiar dava uma história, que podia tocar outras pessoas. Herdei deles o gosto pela viagem, conhecer outros lugares e outras culturas. CLICK(IN)VERSOS – Você já morou na França e nos EUA. O que você guarda desses lugares? TATIANA SALEM LEVY – Eu destacaria principalmente a situação do estrangeiro. Eu gosto de ver o outro com um olhar diferente. Em outro país nós agimos mais como espectadores, observamos mais. Foi ótimo para escrever. Mas isso também tem várias complicações, que mostram que realmente você é um estrangeiro. O lugar que está mais ligado com o meu campo de interesse é Paris, toda a minha leitura teórica é dos franceses. 6Dez2007 - 01:55 | ( 9 ) comentários
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