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Esposa 28 anos (19/05)- func. pública municipal. Faculdade de C. Contábeis interrompida. Alegre, jovial, teimosa, amiga, carinhosa, leal Esposo 32 anos (24/06). Func. público estadual. Faculdade de direito trancada. Tímido, responsável, honesto, prestativo e carinhoso.
História Amizade: acho que desde 2001, quando eu trabalhava na FDC e ele na Guarda Municipal. Pura amizade. Interesse: surgiu em 2002, no mês de abril, nossas conversas se tornaram mais pessoais. Namoro: saímos juntos pela primeira vez em 18 de julho, mas não rolou nem beijo. Em 21 de julho, fomos a uma pizzaria, e aí sim, começamos a namorar. Noivado: ele me fez a surpresa no meu aniversário de 2004. Casamento: Com a permissão de Deus, ocorreu em 07/10/2006. Serviços Buffet e decoração- Jussara Salão de festas- Staecnon Vestido noiva- Sandra Enxoval- Chartres, Casa e vídeo, Imper Stock e Sandra Presentes Igreja- Metodista Central Foto e filmagem- Estudio64 Convite- eu mesma Bolo/doces- Rosane
A caminho do altar ... Ana Paula : www.amorcorderosa.zip.net Suzana www.acimadetudooamor.blogspot.com Maryana www.marynnaecezar.weblogger.com.br Luana http://lumelhor.blogspot.com/ Cynthia www.onossocasamento.blig.ig.com.br www.cintiasblog.myblog.com.br Karlene www.keridoamor.zip.net Suellen www.missnurse.blogspot.com
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Já subi ao altar
![]() A partir de agora estarei em novo blog:
6Dez2006 - 11:40 | Por Clicia | ( 0 ) comentários A volta da viagem ( parte final do relato)
Saímos da cidade às 12h10 de sexta-feira. Pegamos chuva novamente, mas a estrada continuava tranqüila. Mesmo assim, passamos um susto no trecho entre Rio Novo e Cachoeiro. Uma mulher “louca” sai do acostamento, na mesma mão que nós, para atravessar a BR quando já estávamos nos aproximando. Para não bater, invadimos a pista contrária, por pouco não atropelamos três pessoas que estavam no acostamento, e graças a Deus, sim porque foi Ele quem nos livrou, não havia carro nenhum vindo no sentido contrário ao nosso, e depois do acostamento havia terra plana, pois em vários trechos da BR, depois do acostamento é uma ribanceira, e também estávamos a menos de 90km/hora. Bem, a “louca” parou, nervosa, pois por causa dela sete pessoas poderiam ter morrido. Antonio ficou nervoso e já chegou discutindo com a mulher; mais ainda bem, ela reconheceu seu erro, pediu desculpas, e aos poucos todos foram se acalmando. Seguimos nossa viagem meio temerosos, pois Antonio passou a se assustar com qualquer veículo que estivesse no acostamento ou em algum cruzamento, mas Deus permitiu que chegássemos até nossa casa. Ainda no caminho para a casa, já na cidade decidimos parar no Superbom e fazer nossa primeira compra. Na verdade, algumas coisas já estavam compradas: produtos de limpeza e higiene, ainda molho de pimenta, extrato de tomate, goiabada, creme de leite e outras miudezas. Sempre gostei de fazer compras, já faz um bom tempo que era eu que fazia a da casa de mamãe, e fazer minha própria compra foi maravilhoso! Chegamos em nossa casa antes das seis horas. Guardamos as compras e logo segui para a casa de minha preciosa mãe. Ela estava toda chorosa de saudades. (Aliás, no dia da viagem ela chorou tanto. Disse que não estava triste, não, apenas emocionada. Durante a semana, meus irmãos me ligaram umas duas vezes e comentou que ela chorava o tempo todo.) Aproveitei e pedi a um de meus irmãos para levar meu butijão para minha casa, pois eu iria precisar dele para o dia seguinte de manhã. Dormimos tarde, ainda ajeitando algumas coisas, e no dia seguinte para meu gato, a vida voltaria ao normal. *** Para quem tiver interesse, estou mudando de blog. Agora estarei no www.vidanovavida.myblog.com.br 5Dez2006 - 12:08 | Por Clicia | ( 2 ) comentários A lua-de-mel
Fomos na Expomar, uma exposição de espécies marinha em aquários. Vimos de perto tubarões Lixa, estrelas-do-mar, cavalos-marinhos (me surpreendi com o tamanho tão pequenininho), diversos tipos de peixes, lagostas enormes, e outros seres marinhos bem estranhos. Na terça-feira de manhã fomos dar uma volta no centro, já que o tempo estava chuvoso, e aproveitamos para comprar algumas coisas na Casa e vídeo. Quando saímos da loja, um sol lindo brilhava. Almoçamos e corremos para a pousada para pegar nossas roupas de praia. Só deu tempo chegarmos na pousada e o sol se fora. Na quinta feira, o preço de tudo na cidade aumentou devido o feriado, ou seja, entrou na alta temporada. Que absurdo! Demos um passeio de escuna. A princípio estava cheia de medo, depois relaxei. Tiramos muitas fotos, por onde passamos. Planejamos dar um passeio de banana na sexta-feira, mas o tempo tinha virado de novo. 4Dez2006 - 11:56 | Por Clicia | ( 1 ) comentários
O DIA SEGUINTE
Acordamos cedo, na verdade, não dormimos bem. Colchão diferente, preocupação com a viagem, enfim, as sete horas saímos da cama. Tomamos café, e fomos para casa de mamãe deixar lá as coisas que deveriam ser entregues na segunda feira. O terno de Antonio, meu vestido, meus acessórios. Aproveitamos e pegamos algumas coisas da festa para comermos. Bolo, doces, chuviscos, salgados, frios, frutas. Foi aí que experimentei um pouco de tudo. Pegamos refrigerantes e deixamos em nossa casa. Pegamos também meus últimos pertences pessoais e presentes que ainda estavam lá. Ao sair da casa de mamãe, ela desabou em prantos. Eu não! Ela disse para eu não me preocupar, pois apesar do choro, estava feliz. Com a proximidade do casamento foi me batendo uma angústia. Cada vez que eu tirava algo de dentro da casa de minha mãe, me batia a tristeza. Pensar que depois de 28 anos ali eu iria embora. Que aquela casa já não seria mais a minha casa. Eu não compartilharia mais do dia-a-dia dos acontecimentos ali. Pensei então que na hora da saída definitiva seria difícil pra mim, mas graças a Deus não foi. Talvez pelo fato de sair, mas morar perto. Saber que todo dia teria como ver minha mãe e meus irmãos. Bem, voltamos a nossa casa, acabamos de arrumar os últimos detalhes para a viagem. Até que lembrei que meu arranjo de mesa tinha ficado em casa de mamãe. Liguei pra lá e pedi que um de meus sobrinhos fosse lá em casa levar. Deixá-lo para pegar na volta, nem pensar! Era bem capaz de nem encontrar mais. Meu sobrinho chegou com a lembrança e mais presente que entregaram a ele quando saía de casa. Finalmente saímos por volta de onze horas. Saímos debaixo de chuva, mas graças a Deus a estrada estava tranqüila, e nos foi possível chegar ao nosso destino em segurança. Eram 14h10 quando chegamos ao centro de Guarapari. Não aproveitei o percurso, pois fico muito tensa em viagens, ainda mais que meu lindo não tem prática em pegar estradas, ele dirige mais é na cidade mesmo. No caminho fomos comendo alguns salgados, com isso não almoçamos. Chegando na pousada, fomos acomodados num quarto melhor, cortesia da casa, por estarmos em lua-de-mel. Dormimos a tarde toda, acordamos as sete e pouca da noite, ainda cansados. Falei com minha mãe e meu irmão no telefone. Saímos depois para dar uma volta na cidade, que estava bem tranquila. 29Nov2006 - 11:55 | Por Clicia | ( 1 ) comentários A recepção
No salão estava tudo muito lindo! Jussara superou minhas expectativas. Recepcionamos os convidados na parte alta do salão. Chorei ao entrar Fabrício, um de meus padrinhos. Porque chorei com a presença dele? Talvez inconscientemente, ele me fez lembrar de um passado onde o casamento não fazia parte de meus planos. Um passado onde um relacionamento de sofrimento e dor, havia minado minhas esperanças de um dia ter alguém que me amasse e fosse amado por mim. Aos poucos o salão foi enchendo e para meu alívio, não ficou ninguém em pé, mas também não ficou mesas inteiras vazias. Deus respondeu minhas orações. Tiramos muitas fotos, e com isso não tive tempo de observar nada em volta. Sem dúvida, a noiva é o centro da festa. Nem com minha família pude trocar idéias ou comentários. Tirei fotos com padrinhos, madrinhas, irmãos, cunhadas e ex-cunhadas, mãe e sogra, amigos. A sensação da festa foi quando o fotógrafo mandou meu marido me pegar no colo para bater a foto com os padrinhos (só os homens). Eu, com medo dele me deixar ir ao chão, medo dele tropeçar na cauda de meu vestido e se desequilibar. E ele, tão cansado imaginando como seria pegar quase 60kg de massa humana, mais uns 10kg de roupa, luva, sapato, véu, buquet, colar, e tanta coisa mais. E os padrinhos riam muito. Não pude apreciar nada, nem degustar nada. Belisquei entre uma foto e outra dois docinhos, e um espetinho com frios. Antonio ainda teve alguma folga, pode conversar com alguém, comer alguma coisa. Soube que o serviço estava muito bom. Pena que cedo as pessoas começaram a sair, e o bolo sobrou dois andares intactos, e mais um andar pouco mexido. A música depois de estar tudo certo com a vocalista da igreja e o tecladista, tive de trocar. O teclado do Robson deu defeito uns vinte dias antes do casamento. Meu sobrinho toca teclado, mas ele é o tecladista oficial da igreja dele, imaginei que ele não deixaria o compromisso com a igreja para ir ao meu casamento (acertei!). Minha irmã sugeriu o tecladista da igreja dela. Até conversou com ele e ele disse que não cobraria nada. Mas pensando bem, achei que ficaria difícil Alê ensaiar com uma pessoa desconhecida pra ela. Combinar horário, local, dia, enfim... optei por colocar cd. Antonio tem um CD romântico lindo, que eu mesma havia dado a ele, eu tenho o Terapia do amor, peguei outro emprestado com a violinista, comprei um do Keny G e peguei outros emprestados com meu sobrinho e meu cunhado, selecionei as românticas, gravei e fiquei assim com 3 ou 4 cd's. Deu conta! A certa “altura” da festa, resovi tirar a cauda do vestido. Embora não muito longa, estava atrapalhando eu entrar em lugares mais estreitos. O buquet, fiquei tão preocupada em mantê-lo junto a mim para disfarçar o inconveniente dos seios amassados, que quando pensei em jogá-lo já não tinha quase ninguém no salão, e as poucas mulheres que ali estavam já não precisavam de buquet. Isso também aconteceu com minha cunhada há 4 anos, e com uma de minhas amigas-madrinhas. Quando lembraram do buquet, cadê a a platéia para o buquet? Os arranjos de mesa todo mundo amou. Houve disputas para ver quem ficava com eles. Até perguntaram a dona do buffet se ela que tinha escolhido, queriam saber onde foram encomendados. Não vi que horas acabou tudo, sei que passava de uma hora e estávamos nós no salão retirando o que tinha sobrado. Não foi possível tirar fotos no Trianon, como a maioria das noivas gostam, pois estava chovendo. Antonio hiper cansado, só queria ir para casa. Coitado, tive pena dele! Ele que tinha tido a “ilusão” de que a festa encerraria em duas horas... Por fim, deixamos alguns da família esperando Ney e Deni voltarem para pegá-los e decidimos pegar a “reta”. Descemos e ficamos jogados no sofá do hall do salão, aguardando meu irmão voltar com nosso carro. Quando Roney chegou foi um alívio! Eu já estava debruçada no ombro do meu lindo, descalça, sem pique para mais nada. Seguimos para nossa casa onde passamos a primeira noite. A cama eu já tinha arrumado desde cedo. Retiramos tudo do carro, tiramos as roupas, jogamos tudo para o alto (literalmente), caímos na cama quase 3 horas da manhã, tive tempo de fazer uma breve oração, agradecendo a Deus por tudo ter sido consumado e apagamos em meio a uma desordem só. Resumo: apesar da felicidade própria da ocasião, não aproveitei meu próprio casamento. Aliás, fica a dica para as outras noivinhas: peçam um tempo ao fotógrafo para vocês poderem circular a vontade pelo salão, ok! Quero aproveitar para desejar a Veronica e Grazi, noivinhas do dia 25/11, muitas felicidades nesse dia e na nova etapa que vai se iniciar. Que possam curtir bastante esse momento. Que não permitam que nada venha tirar a paz e a alegria de vocês. Que o enlace que se concretizará seja eterno, pois a palavra de Deus diz: "Não separará o homem o que Deus uniu." 23Nov2006 - 13:37 | Por Clicia | ( 15 ) comentários A cerimônia Não vi que horas saí do salão de beleza. Edson já me esperava. Já tinha deixado Carlinho na igreja. Chegando a igreja, Alba que estava organizando tudo (pois Aninha não pode comparecer) deu o sinal de quando poderíamos nos aproximar. Soube que alguns de meus padrinhos haviam chegado 5 e 10 minutos antes de mim. Enquanto aguardava com o vidro do carro fechado, vi algumas de minhas irmãs chegando. Nossa! Se eu chegasse no horário certo, metade de minha família perderia o casamento! Confesso que tive medo de entrar com a igreja vazia. Só saí do carro depois que os padrinhos já estavam entrando. Os vi entrar e também as damas. Quase que o casal de noivinhos não entra na minha frente. Eu é que alertei minha cunhada de que já era hora de eles se posicionarem na porta. Ao entrar não consegui ver as pessoas que estavam presentes. O nervoso não me permitia olhar a minha volta. Vi Drª Beatriz e Dr. Marcelo, Renata, que viaja comigo. Não me lembro de ter visto mais ninguém. Não chorei, e isso me surpreendeu. Entrei com meu padrinho de batismo, que é também meu cunhado, e meu irmão mais velho entrou com mamãe. Na hora de dar o braço a Antonio, demos o braço errado. Ah, tanta coisinha pra lembrar na hora, tínhamos que esquecer algo! O fotógrafo foi quem nos avisou. Nem me lembro como Antonio me recebeu. Sei que ele e meu padrinho se cumprimentaram, se ele me deu um beijo na testa, como é de praxe, não me recordo.
Edson foi quem nos levou para o salão. No momento de entrarmos no carro, Antonio prendeu o pé na porta, mas não foi nada demais, e no caminho houve uma leve batida em outro carro que deu a ré sem sinalizar. Mas também não houve maiores problemas. 21Nov2006 - 12:20 | Por Clicia | ( 5 ) comentários
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