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Resgatando o respeito e a compaixão pelos animais | |
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Este blog é elaborado As duas publicações fazem parte do projeto elaborado por um grupo de amigos veganos. O objetivo é popularizar o veganismo como estilo de vida ético e saudável que contribui para Se você quer fazer comentários, sugestões, críticas ou tirar dúvidas sobre qualquer assunto publicado, entre em contato com a equipe do Salva-vidas. Almoço Vegano Comunitário Confraternização de vegetarianos e simpatizantes Convide os amigos, parentes, vizinhos! Todos são muito bem-vindos! Troca de receitas / dicas culinárias / ativismo vegan! Mais informações:
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Veganismo: Direitos animais na prática Ser adepto do veganismo significa respeitar os animais e não incentivar sua escravidão. Pouco importa se você gosta ou não deles. O mínimo que lhes devemos, assim como aos humanos, não é o nosso amor, mas o nosso respeito. Veganismo não tem nada a ver com santidade ou pureza, apenas com ética e respeito. E não é apenas a única maneira de levarmos os animais a sério, é também a única maneira de levarmos nossos próprios princípios morais a sério. É a aplicação da teoria dos direitos animais à nossa vida. Ou seja, é o modo de vida de quem reconhece que os animais não-humanos possuem o direito moral de não serem considerados propriedade dos humanos. Veganos e veganas podem ser caracterizados pela sua recusa em comprar ou usar produtos oriundos da escravidão, como os produtos de origem animal ou os que foram testados em animais. Qualquer quantidade que destinemos à compra desses produtos é um aval que damos à escravidão, um voto para que ela continue. Mas nós podemos fazer a diferença. Cada um de nós, pessoas comuns e críticas, pode deixar de patrocinar a exploração. Por exemplo, veganos (as) não usam produtos alimentícios de origem animal. A recusa em comer um queijo-quente, por exemplo, faz sentido, não como pesar pela vaca que já foi explorada, mas como não-incentivo à exploração de mais vacas. São esses os animais que serão salvos por cada vegano (a) do mundo: os que não terão de vir para essa triste e indecente existência de servidão aos propósitos humanos. Cada vegano ou vegana é responsável pela diminuição na demanda por produtos baseados na exploração animal. Caso você não seja vegano (a) e decida se tornar, mesmo assim, o número anual de animais não-humanos usados pelos humanos continuará na casa dos bilhões. Mas você estará, efetivamente, salvando aqueles animais que não precisarão mais ser escravizados para a produção dos produtos que você anteriormente consumia. Para muitas pessoas, esse número chega a superar a marca de cem animais por ano. Assim, veganas são as pessoas que verdadeiramente libertam animais – não os condenando à escravidão. E para cada um desses animais, fazemos toda a diferença do mundo. www.direitosanimais.org 20Jan2009 - 13:39 | ( 0 ) comentários Todos os seres sencientes têm direitos Para o advogado e professor norte-americano Gary Francione, um dos teóricos mais influentes dos direitos animais da atualidade, a única característica necessária para que um indivíduo seja considerado titular de direitos básicos é a senciência. Um indivíduo senciente é aquele capaz de ter sensações, ou seja, que tem consciência de sua percepção sensorial. É capaz de sentir dor e prazer. Percebe o que acontece com ele mesmo e o que se passa ao seu redor. Possui uma mente, e, por isso, tem preferências, desejos e vontades. Portanto, por definição, todos os seres com essas capacidades têm interesse na preservação de sua integridade física e psíquica e de viver em liberdade. Atualmente, o consenso científico é que mamíferos, aves, peixes, anfíbios e répteis são sencientes. Então, os animais rotineiramente explorados pelos seres humanos também possuem os mesmos interesses que fazem com que estes últimos sejam protegidos por direitos básicos. E, de acordo com o princípio da igualdade de consideração de interesses, fundamental no combate ao racismo e ao machismo, o direito à vida, à integridade física e à liberdade deveria ser estendido a todos os seres sencientes, independentemente de sua espécie. Dessa forma, assim como os animais humanos, os animais não-humanos têm direito à vida, à liberdade, a não serem machucados, e nem tratados como objetos. Os direitos animais se baseiam em princípios que todos nós já aceitamos em teoria. Resta colocá-los em prática por meio da adoção do veganismo, que nada mais é do que a aplicação do princípio da abolição da exploração animal no nosso dia a dia. Claudio de Queiroz Godoy Conheça textos do teórico Gary 20Jan2009 - 13:37 | ( 0 ) comentários A triste realidade escondida nos laboratórios Os seres da espécie humana exploram e maltratam as outras espécies com os quais dividem o globo terrestre. Dentro dos laboratórios, em nome da ciência e do consumo, testes realizados com animais causam um grande impacto na vida de seres indefesos e sencientes. Em muitos desses testes, os animais são forçados a ingerir e inalar produtos químicos, são arremessados contra paredes de concreto e imobilizados para aplicação de substâncias químicas em seus olhos. Eles podem ter suas gengivas deslocadas e arcada dentária extraída, ser submetidos à radiação de armas químicas e biológicas, ter os pelos arrancados e pele removida para a aplicação de produtos. São expostos a gases tóxicos, baleados na cabeça, e dissecados ainda vivos. É dessa forma que as indústrias farmacêutica, de cosméticos, produtos de limpeza, além daquelas que fabricam DVDs, CDs e placas de computador, colocam seus produtos à venda. Existem vários exemplos da ineficácia desse horror. Os governos mundiais demoraram muito para reconhecer o fato de o cigarro causar câncer, simplesmente porque cães e macacos que foram viciados não apresentaram sinais da doença. Outro exemplo é o medicamento Talidomida, que nas décadas de 60 e 70 foi indicado para dores de cabeça e enjôo na gravidez. Mesmo tendo sido testado em cadelas e macacas grávidas, causou deformidades e falta de membros nos bebês cujas mães o tomaram durante a gestação. Com isso ficou provado que os testes em animais não trazem a segurança prometida já que os organismos são diferentes. Devemos lembrar que somos todos animais, humanos ou não, e habitantes do mesmo planeta. Cabe a cada um de nós consultar a consciência e entender que não temos o direito de subjugar e escravizar os animais não-humanos, mesmo que esses testes fossem, de fato, necessários. Não somos os donos do mundo e das outras espécies co-irmãs que aqui habitam. A abolição da escravidão animal é o reconhecimento de que eles são tão dignos de respeito como qualquer ser humano. E você pode começar a contribuir com a abolição agora, deixando de usar produtos que venham da tortura de animais. Informações de empresas que testam e não testam seus produtos em animais podem ser encontradas no site www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm Vanessa Torres Consulte: "A verdadeira face da experimentação animal" - Sérgio Greif 20Jan2009 - 13:34 | ( 0 ) comentários Proibido matar cães e gatos em São Paulo: E agora? Esta é a questão que está colocada para dirigentes municipais paulistas, com a sanção da Lei estadual 12916, que proíbe a matança de cães e gatos saudáveis nos CCZs (Centros de Controle de Zoonoses) e congêneres. As prefeituras, por meio desses órgãos, criados para prevenir a disseminação de doenças, em especial a raiva, passaram décadas exterminando animais e atuando apenas nas conseqüências e não nas causas da superpopulação e abandono. Só na cidade de São Paulo, de 50 a 80 animais eram mortos todos os dias. Agora que não podem mais dispor sobre a vida dos bichos por força da lei, as prefeituras terão que mudar seu foco de atuação, implantando medidas protetivas de esterilização, registro e identificação de animais, eventos de doação, campanhas educativas de guarda responsável e inúmeras outras possibilidades que poderão ser criadas. Um antigo objetivo da causa da defesa animal foi alcançado agora, apesar de todas as ameaças que pairam, como a falta de verbas, estruturas inadequadas, a superlotação dos canis, sofrimento dos animais e aumento no abandono. Mas sem uma lei que os obrigue, os municípios continuariam na mesma inércia de seguir uma prática cruel e ignorando um problema que cada vez mais se agrava. Organismos internacionais como a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e Organização Mundial de Saúde (OMS), conforme justifica a Lei, já sugeriram a revisão nesses procedimentos, pois a pratica de retirada de animais seguida de extermínio, cômoda para as prefeituras, tem se mostrado ineficaz. Rapidamente a população retirada das ruas e morta nos CCZs é substituída, perpetuando um massacre sistemático, devido à reprodução e abandono pela população. Não há justificativa em se lutar contra maus-tratos aos animais e retirar-lhes o único bem que é a vida. Com todas as dificuldades perante essa nova situação e as críticas sobre a impossibilidade de aplicação real da lei, trata-se da proposta de uma mudança de paradigma no controle reprodutivo dos animais que seja pautado pela ética e bom senso. Ameaça - O Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV/SP) quer derrubar a lei e impetrou um mandato de segurança com o objetivo de conseguir uma liminar. O pedido foi negado mas a ação continua a tramitar na Justiça. É temeroso pensar que possa haver um retrocesso, o que mostraria a falta de vontade em fazer-se cumprir uma lei, optando-se por continuar a matar animais, ao invés de se criar programas eficazes para educar a população e fazer o controle da natalidade animal. Ana M. Machado Consulte Lei Estadual 12.916: 20Jan2009 - 13:28 | ( 0 ) comentários |